Lendas e Narrativas ePUB ½ Lendas e PDF/EPUB or

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10 thoughts on “Lendas e Narrativas

  1. Daniela Rosas Daniela Rosas says:

    O que dizer deste livro N o sou f de certo tipo de literatura e com a leitura deste livro fiquei a saber que realmente n o gosto muito de lendas sobre a hist ria do nosso pa s Para mim muito mais f cil ler um livro de hist ria com factos do que ler uma fic o com os reis de Portugal, os monumentos e os acontecimentos hist ricos Esta leitura foi extremamente cansativa e demorada, comparando com outros livros do mesmo g nero Fico triste por n o ser capaz de dar uma classifica o mais eleva O que dizer deste livro N o sou f de certo tipo de literatura e com a leitura deste livro fiquei a saber que realmente n o gosto muito de lendas sobre a hist ria do nosso pa s Para mim muito mais f cil ler um livro de hist ria com factos do que ler uma fic o com os reis de Portugal, os monumentos e os acontecimentos hist ricos Esta leitura foi extremamente cansativa e demorada, comparando com outros livros do mesmo g nero Fico triste por n o ser capaz de dar uma classifica o mais elevada a este livro de um autor nacional e que para mim considerado um cl ssico da literatura portuguesa Mas bem n o podemos gostar de todos os livros e este foi um deles A Vossa Gothic Clare


  2. Isabel Maia Isabel Maia says:

    Alexandre Herculano publicou estas Lendas e Narrativas no ano de 1851, em dois volumes Os textos aqui apresentados foram publicados numa revista liter ria, O Panorama, entre os anos de 1839 e 1844 S o v rias as tem ticas que podemos encontrar nestes textos Desde a poca de domina o mu ulmana O Alcaide de Santar m , passando por epis dios da guerra luso castelhana no reinado de D Fernando Arras por foro de Espanha e O castelo de Faria , lendas populares de tradi o oral O Bispo Negro e A Alexandre Herculano publicou estas Lendas e Narrativas no ano de 1851, em dois volumes Os textos aqui apresentados foram publicados numa revista liter ria, O Panorama, entre os anos de 1839 e 1844 S o v rias as tem ticas que podemos encontrar nestes textos Desde a poca de domina o mu ulmana O Alcaide de Santar m , passando por epis dios da guerra luso castelhana no reinado de D Fernando Arras por foro de Espanha e O castelo de Faria , lendas populares de tradi o oral O Bispo Negro e A Dama do P de Cabra ou narrativas de fundo hist rico A Ab bada ou Tr s Meses em Calecut Este ltimo tema reflecte o gosto especial de Alexandre Herculano e de outro escritores do Romantismo portugu s pela Idade M dia.J ouvi e li em v rias ocasi es um grande n mero de pessoas a afirmar que, por for a das circunst ncias leitura obrigat ria na escola, por exemplo , tiveram de ler Alexandre Herculano e que odiaram Permitam me discordar dessa opini o Este livro em particular l se bastante bem, apesar de todo um conjunto de factores que podem desmotivar os leitores Grande parte dos contos est o escritos numa linguagem mais arcaica, no sentido de os aproximar o mais poss vel poca que retratam Muitas palavras s o culturalmente espec ficas das pocas retratadas mas s o habilmente acompanhadas de notas explicativas no rodap Outro dos factores para tornar este livro interessante a constante mistura de temas, j que contos de origem mais hist rica s o intercalados com pequenos peda os de lendas que foram transmitidas de gera o em gera o, umas mais conhecidas que outras Recomendo o a todos os leitores com gosto por temas mais hist ricos


  3. Tomé Silva Tomé Silva says:

    lendas e narrativas dividem se entre essas mesmas duas categorias de fic o hist rica as lendas tal como o rimance da dama p de cabra n o t m a pretens o de terem factualmente acontecido, pertencendo totalmente ao ramo da fantasia j as narrativas baseiam se em acontecimentos hist ricos que s o revestidos de fic o do punho do autor tal o caso de mestre gil.a escrita de alexandre herculano, ainda ser de car ter metaf sico nem a isso aponta , n o deixa de ser cinematogr fica e pict rica lendas e narrativas dividem se entre essas mesmas duas categorias de fic o hist rica as lendas tal como o rimance da dama p de cabra n o t m a pretens o de terem factualmente acontecido, pertencendo totalmente ao ramo da fantasia j as narrativas baseiam se em acontecimentos hist ricos que s o revestidos de fic o do punho do autor tal o caso de mestre gil.a escrita de alexandre herculano, ainda ser de car ter metaf sico nem a isso aponta , n o deixa de ser cinematogr fica e pict rica na descri o e na narra o neste aspeto, muitos dos contos come am com uma constru o tanto po tica como visual do contexto que serve de ponto de partida e ent o, a estrutura da pr pria hist ria muito bem medida h um cuidado r tmico e arquitet nico para manter uma sequ ncia equilibrada entre as partes.as pr prias hist rias, n o fossem estas obra de um rom ntico, s o vivazes mas obscuras, onde a maldi o e as mortes s o frequentes e alexandre herculano sendo um historiador e pol tico, estas n o podias deixar de se fundarem no argumento hist rico desde a ocupa o mu ulmana at ao in cio do renascimento, com atores sobretudo portugueses , s o explorados as conjunturas hist ricas, as mentalidades e a alma que fizeram a na o ao lado desta pesquisa nacionalista, outra, de natureza religiosa o autor, um cat lico declarado, procura tamb m a moral que ent o guiava a f das pessoas mas tal como nem sempre s o os seus protagonistas portugueses, tamb m a sua vis o em rela o igreja n o a de um fan tico ou fundamentalista h at , apesar dos insultos aos pag os, um certo respeito para com os outros cultos.a cr tica igreja encontra em contos como o bispo negro e cr ticas pol ticas s o encontradas em contos como mestre gil este conto est recheado de farpas, e talvez suspeito que o autor j a declare a sua descren a pol tica que o levaria sua quinta dos lobos nesse mesmo conto encontra se uma das particularidades do autor a descri o apesar de o enredo centrar se na tentativa de regic dio, o cap tulo central aquele da prociss o de corpus, onde, em g nero de mosaico, assistimos a uma extensa descri o do que se v pela dita prociss o talvez saramago tenha vindo retirar alguma coisa a este conto.em geral, a escrita acess vel, ainda que com alguns arca smos, e alguns erros tipogr ficos mas tamb m talvez ortogr ficos como a escrita de conjectura em vez de conjuntura a p ginas 380 para finalizar, pen ltimo texto o cronista viver e crer de outra poca inclu do no segundo cap tulo o texto original que evoluiu para o bispo negro a vers o individual tem a voz de um contador de hist rias, j est vers o inclu da parece mais um texto de trabalho , por assim dizer, uma cr nica sem grande oralidade a leitura desta ltima n o adiciona muito experi ncia, mas interessante ver alguns das diferen as entre as duas vers es al m disso, diga de leitura a enorme nota de rodap que a adicionada, e que apresenta toda a filosofia e inten o destas lendas e narrativas


  4. Raquel Raquel says:

    Pensava ser mais interessante


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Lendas e Narrativas ❰BOOKS❯ ✪ Lendas e Narrativas Author Alexandre Herculano – Larringtonlifecoaching.co.uk Biblioteca Ulisseia de Autores Portugueses Publicadas em dois volumes, em , estas Lendas e Narrativas de Alexandre Herculano s o uma colet neo de hist rias publicadas entre e nas revistas O Panorama Biblioteca Ulisseia de Autores Portugueses Publicadas em dois volumes, em , estas Lendas e Narrativas Lendas e PDF/EPUB or de Alexandre Herculano s o uma colet neo de hist rias publicadas entreenas revistas O Panorama e A Ilustra o Os contos das Lendas e Narrativas s o A Destrui o de uria Conto do S culo VIII, sobre a destrui o da cidade visig tica de uria atual Ourense pela invas o dos mouros na Pen nsula Ib ricaO Alcaide de Santar m Conto do S culo X, tendo como pano de fundo a corte do califa mouro al munimim, no ano deem que este engano por um dos seus alcaides a matar o pr prio filhoA Dama P de Cabra Lenda do S culo XI, em que um nobre encontra, durante uma das suas ca adas, uma mulher dem nio na floresta, pela qual se apaixonaO Bispo Negro Lenda do ano , ano em que D Afonso Henriques foi excomungado pelo Papa bula posteriormente retirada por ter prendido a pr pria m e e levantado armas contra o seu av , e o que ele fez em resposta ao Bispo de CoimbraA Morte do Lidador Lenda do anosobre o nobre Gon alo Mendes da Maia que decidiu celebrar o anivers rio dos seusanos com um ataque aos mouros, mesmo sabendo de antem o que o seu ex rcito era inferior em n meroO Emprazado Lenda castelhana desobre a maldi o que recaiu ao rei D Fernando de Castela por ter condenado, injustamente, dois cavaleiros por um crime que n o cometeramO Mestre Assassinado Cr nica sobre o fim da ordem dos templ rio no ano de Arras por Foro de Espanha Narrativa sobre as motiva es que levaram, no anoguerra luso castelhana durante o reinado de D FernandoO Castelo de Faria Lenda do ano , sobre o sacrif cio do governador de Faria para impedir que os castelhanos tomassem terras de Portugal durante a guerra luso castelhana de A Ab bada Lenda sobre a constru o do Mosteiro da Batalha, pelo arquitecto Mestre Afonso Domingues, que o delineou, mas que ficou cego durante processo, passando o cargo para o arquitecto irland s Mestre Ouguet que foi incapaz de projetar a ab bada principal e que Domingues, apesar de cego, terminouMestre Gil Conto do s culo XV que relata os epis dios do in cio do reinado de D Jo o II, sobretudo as conspira es lideradas pelo duque de Bragan a e pelo duque de Viseu, este ltimo assassinado pelo pr prio reiTr s Meses em Calecut Conto do s culo XV que relata os primeiros tempos da presen a portuguesa na ndia, ap s a descoberta do caminho mar timo por Vasco da GamaO Cronista Conto no ano de , ano das negocia es entre Portugal e Roma para o estabelecimento da Inquisi o durante o reinado de D Jo o III, em que um cronista real descobre um manuscrito que serve de aviso ao mal que tais negocia es poderiam trazer ao pa sPublicadas em dois volumes, em , estas Lendas e Narrativas de Alexandre Herculano s o uma colet neo de hist rias publicadas entreenas revistas O Panorama e A Ilustra o Nelas Herculano aborda v rios per odos da hist ria da Pen nsula Ib rica evidente a prefer ncia do autor pela Idade M dia, poca em que, segundo ele, se encontravam as ra zes da nacionalidade portuguesa No pref cio original, Herculano considera as pequenas narrativas monumentos dos esfor os do autor para introduzir na literatura nacional um g nero amplamente cultivado, nestes nossos tempos, em todos os pa ses da Europa , esperando que venham a constituir a sementinha de onde proveio a floresta , um marco humilde e rude na hist ria liter ria portuguesaAlexandre Herculano foi o principal respons vel pela introdu o e pelo desenvolvimento da narrativa hist rica em Portugal tal como Walter Scott foi em Inglaterra e V tor Hugo na Fran a.